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Estado prorroga contrato e Unimed Centro-Oeste vai operar Plansaúde até 31 de janeiro

Vínculo terminaria nesta sexta-feira; governo precisa de mais tempo para concluir licitação

LUÍS GOMES, DA REDAÇÃO 12 de Jan de 2018 - 08h01, atualizado às 08h42
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Foto: Washington Luiz/Secom Tocantins
Geferson Barros: “A intenção do governo com a nova gestão é a redução do custo"

A Unimed Centro-Oeste seguirá como operadora do Plano de Assistência à Saúde do Servidor (Plansaúde) até o dia 31 de janeiro. A prorrogação do contrato anunciado pelo governo do Tocantins tem como objetivo garantir o atendimento a todos os usuários do serviço, evitando a interrupção dos atendimentos. Ao CT, o o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos (Sindessto) disse que alguns locais adotaram a suspensão por falta de pagamento.

O Estado revela também haver necessidade de um prazo maior para concluir trâmites administrativos no processo licitatório para contratação de uma nova empresa. “A Comissão Permanente de Licitação ainda não concluiu a análise dos recursos e solicitou oficialmente uma manifestação da Secretaria de Estado da Administração [Secad] e da Procuradoria Geral do Estado [PGE]. Com isso, o prazo para conclusão deve alongar o processo licitatório em até 15 dias”, explicou Geferson Barros, titular da Secad.

Conforme o secretário, com base no alongamento pela definição da nova empresa, o governo negociou com a atual operadora do plano para que o contrato, que se encerraria nesta sexta-feira, 12, fosse prorrogado até o dia 31 de janeiro. “A Unimed Centro-Oeste aceitou nossa solicitação e com isso não haverá interrupção no atendimento aos usuários do Plansaúde. Nós já fizemos a comunicação aos prestadores de serviço e eles também afirmaram que é o melhor a se fazer neste momento”, garantiu.

Nova empresa
A licitação prevê a contratação de uma nova empresa que vai ajudar o governo na operacionalização do Plansaúde, mas com uma série de novas obrigações contratuais, entre elas o repasse de toda a tecnologia de gestão para o plano em até 12 meses, o que pode ajudar num processo de estatização do plano a curto prazo pelo Estado.

“A intenção do governo com a nova gestão é a redução do custo. Havendo a redução do custo a gente vai ter mais condições de remunerar melhor os hospitais e melhorar também os valores de honorários para os médicos. O que vai melhorar é a nossa gestão e o nosso atendimento. Com isso, haverá melhoria no serviço aos usuários”, concluiu Geferson Barros. (Com informações 

 

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