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Com 170 empregos diretos e sistema de auto-pagamento, Super Big abre as portas no Capim Dourado

Sexta unidade será inaugurada sábado com “Bike Shop”, “Game Shop”, além de um restaurante que funcionará em horário de almoço com comida a quilo e à tarde com “happy hour"

Da Redação 10 de Oct de 2017 - 18h38, atualizado às 18h55
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Foto: Luciano Ribeiro/Secom Tocantins
Cristiano de Mello e Claudiomar Otoni, proprietários da Rede Super Big
Com 170 empregos diretos, a rede de supermercados Super Big inaugura, neste sábado, 14, às 9 horas da manhã, sua sexta loja, em Palmas. O novo estabelecimento substituiu o hipermercado Mateus, no Capim Dourado Shopping, e está trazendo para o Tocantins um conceito inovador na hora de fazer compras: o “self checkout” (auto-pagamento). Modelo de caixa onde o próprio consumidor registra e paga os produtos comprados.

“Tudo pensado para dar aos clientes mais conforto e agilidade, além da praticidade de fugir das extensas filas dos supermercados”, afirma a rede que está a dois meses de completar dez anos de história.

Outras apostas do grupo são os novos departamentos de compras. Além de itens de bazar e artigos de decoração, a loja terá dois departamentos exclusivos: O “Bike Shop”, com bicicletas e peças da marca Caloi e o “Game Shop”, com jogos e lançamentos do Play Station.

A nova sede conta ainda com um restaurante que funcionará em horário de almoço com comida a quilo e à tarde com “happy hour".

Geração de empregos
Os diretores da empresa, Cristiano Mello, Claudimar Otoni e Fabiana Coimbra, comemoram o crescimento da rede que inaugurou sua primeira loja em dezembro de 2007 e contava, na época, com 87 funcionários.

Hoje, com 170 novos empregos diretos, eles comemoram mais um marco histórico do Super Big que gera emprego e renda para cerca de 700 famílias palmenses.

Fechamento do Mateus
O Hipermercados Mateus fechou as portas no Capim Dourado Shopping, em Palmas, em março deste ano, após cinco anos de atividades, em decorrência da guerra fiscal iniciada pelo Maranhão. O governo editou a Portaria 400/2016 e impôs percentual complementar sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado na divisa com o Tocantins.

Para defender as empresas tocantinenses, a Secretaria da Fazenda, no final de dezembro, editou documento semelhante. “Apliquei reciprocidade”, disse o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Antenor de Oliveira, ao CT, na época. Como o Mateus trazia as mercadorias do Maranhão, o negócio se tornou insustentável.

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