CLEBER TOLEDO
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Amigos e famílias fazem ato na 6ª por solução do assassinato de Moisés da Sercon

Amigos e famílias fazem ato na 6ª por solução do assassinato de Moisés da Sercon
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Familiares do prefeito assassinado de Miracema do Tocantins, Moisés Costa da Silva, o Moisés da Sercon, preparam mobilização para sexta-feira, 1º,  em frente ao Palácio Araguaia para pressionar pela elucidação do crime. Um ofício ao governador Mauro Carlesse (PHS) será entregue, solicitando, além da solução do assassinato, que medidas sejam adotadas para melhorar a segurança pública.

Além da visita ao Palácio Araguaia, os familiares também pretendem protocolar o documento na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Tocantins e no Ministério Público (MPE) para cobrar “empenho” das mesmas.

Os familiares pedem que os que aderirem à manifestação que venham vestidos de branco ou com a mesma camiseta criada para o primeiro protesto. Também é pedido apoio pelas redes sociais para que o governo se sensibilize com as reivindicações.

“Todos nós cidadãos estamos sujeitos a passar por uma tragédia como a que nossa família está passando e não desejamos isso pra ninguém. Sendo família política ou não, temos que lutar por melhoria na segurança pública. Pois todos nós precisamos”, disse Fidel Costa, irmão de Moisés da Sercon.

Entenda
O prefeito Moisés da Sercon foi encontrado morto no dia 30 de agosto de 2018. O corpo estava dentro da caminhonete dele em uma rodovia que liga Miranorte a Rio dos Bois, com um tiro no ouvido. Um revólver calibre 38 também foi encontrado junto ao corpo.

A primeira manifestação foi no dia 14 de setembro. Miracema do Tocantins parou para mandar o recado às autoridades de que aguarda uma resposta para a morte do prefeito.

A Polícia Civil já descartou a hipótese de suicídio e a última atualização da sobre o caso foi feita pelo  secretário da Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, que disse à família do prefeito em janeiro que  há uma linha de investigação concreta, e que estava na fase de reunir provas. Segundo o gestor, nada poderia ser adiantado para não atrapalhar as investigações.


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