Vizinho de Aguiarnópolis, Palmeiras do Tocantins também sofre impactos com a queda da Ponte Juscelino Kubitschek, mas não são por conta do tráfego de veículos pesados. Pelo contrário, o município tem experimentado dificuldades socioeconômicas justamente devido ao baixo movimento da BR-226. Com a tragédia, a rota para o Maranhão não passa mais pela cidade. O desvio é feito em Darcinópolis.
ESTABELECIMENTOS SOFREM SEM MOVIMENTAÇÃO DA BR-226
Estreito (MA) era fundamental para a movimentação financeira de Palmeiras do Tocantins. Era o destino de pequenos e médios agricultores para comercialização de produtos ou para aquisição de insumos agrícolas. É no município maranhense que fica a rodoviária mais próxima, o que prejudicou o serviço de mototaxistas. A única agência de venda de passagens já encontra-se fechada. Em resumo, todos os estabelecimentos que viviam do movimento da BR-226 foram impactados, incluindo combustíveis, borracharias, restaurantes, entre outros. Estudantes de universidade no Maranhão e profissionais liberais também sofrem.
IMPACTOS E BUSCA DE AJUDA DO GOVERNO
Com este cenário, os estabelecimentos já começam a fechar e o desemprego a crescer. A Secretaria da Assistência Social já opera de forma sobrecarregada. À Coluna do CT, o prefeito Júnior Noleto (UB) revelou ter apresentado o relatório da situação de Palmeiras do Tocantins a uma equipe do governo estadual na manhã desta segunda-feira, 27. O Estado ficou de estudar maneiras de garantir apoio ao município.