A expectativa na Assembleia Legislativa é de que o agravo impetrado nesta segunda-feira, 13, pelo governador afastado Wanderlei Barbosa (Republicanos) seja julgado em torno de 10 dias. Segundo a coluna apurou, após a decisão sobre este recurso, a Casa vai agir, caso seja rejeitado pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
GRUPO DE WANDERLEI ACREDITA TER 3 VOTOS
Conforme fonte ligada ao Legislativo, Wanderlei e seus aliados acreditam que terão três votos dos cinco membros da turma, que é composta por Gilmar Mendes, o presidente; Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, Kássio Nunes Marques e André Mendonça.
ASSEMBLEIA NÃO ACREDITA
Apesar do otimismo do grupo de Wanderlei, na Assembleia o que se acredita é que ele não terá sucesso nessa empreitada. De toda forma, a ideia é aguardar esse julgamento. Se realmente a 2ª Turma devolver o comando do Estado ao governador afastado, vão aguardar quais os direcionamentos que Wanderlei tomará a partir de então.
RENÚNCIA OU IMPEACHMENT
No entanto, se os ministros mantiverem o afastamento, a Casa buscará primeiro a solução que considera mais benéfica para todos os lados, ou seja, a renúncia de Wanderlei. Caso ele resista, não há menor dúvida nos bastidores do Legislativo de que o caminho será o impeachment.
MENOS DESGASTES PARA TODOS
A leitura de todos é que, se o recurso for rejeitado, a renúncia evitaria desgastes para todos os lados: para o próprio Wanderlei e para a Assembleia. Além disso, tiraria o Tocantins da atual insegurança política, jurídica e administrativa.
SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA
Também há o que a coluna já registrou, a necessidade de sobrevivência política dos deputados, que não querem ver toda a sua base exonerada em pleno período de intensificação da pré-campanha para as eleições de 2026.

















