O vereador Carlos Amastha (PSB) está de volta à base do prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos). Os indícios de que isso ocorreria foram dados já na semana passada, quando, num debate com o vereador Wilton do Zé Branquinho (Progressistas), Amastha chamou Eduardo de “nosso prefeito”. Ali ficou evidente que havia algo em andamento.
UM DOS SIGNATÁRIOS DA CARTA
Na sexta-feira, 19, ele foi um dos 21 signatários da carta contra movimentos para impeachmar Eduardo. Antes, na quarta-feira, 17, o parlamentar do PSB há havia participado de uma reunião da base com o prefeito.
AFASTOU APÓS A EXONERAÇÃO
Amastha se afastou do grupo governista logo após ser exonerado da Secretaria da Zeladoria, assim que Eduardo retornou ao comando da prefeitura e soube das andanças do vereador com o prefeito fugaz Carlos Veloso (Agir) e o líder dele, pastor Amarildo Martins.
CRÍTICAS À GESTÃO EDUARDO
Assim que as sessões foram retomadas após o recesso, o vereador chegou a fazer duras críticas a gestão de Eduardo, mas verdade que sempre evitou um ataque pessoal e direto ao prefeito.
NUNCA DEIXOU A BASE
Por isso, o parlamentar sustenta que nunca deixou a base e não concorda com a afirmação de que está retornando ao grupo governista da Câmara, que jura nunca ter deixado. Mas fato é que nas últimas semana andou bem longe de estar do lado do prefeito.
WALDSON NO LUGAR DE AMASTHA
Inclusive, os vereadores de situação chegaram a tirar Amastha da função de líder do bloco parlamentar, colocando Waldson da Agesp (PSDB) no lugar. Uma das irritações da base era o fato de Amastha usar os cinco minutos de líder desse bloco na tribuna para criticar a gestão de Eduardo.
ABRAÇO FRATERNAL
Segundo a coluna apurou, Amastha e o prefeito conversaram bastante nos últimos dias e os dois chegaram a dar um abraço fraternal no sábado, 20, durante o 1º Encontro de Líderes Comunitários.

















