O presidente da Assembleia Legislativa (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), participou na manhã desta quinta-feira, 18, de evento na Universidade de Gurupi (Unirg) e abordou o momento de instabilidade pelo qual passou o Estado com nos 92 dias em que o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) ficou afastado do cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Responsável por segurar seis pedidos de impeachment no período, o deputado fez questão de reafirmar lealdade ao chefe do Poder Executivo. As imagens são do Atitude Tocantins.
AMIGO NÃO TRAI O OUTRO
“Tocantins tem que virar está página – de criar instabilidade para tirar proveito político – e coube à Aleto a responsabilidade de fazê-lo, e o fiz. Mas o mesmo que o presidente Amélio que fez para o governador, o faria em qualquer circunstância. Ali não estava só o posto de governador, era uma situação pessoal. O Amélio não faria com Wanderlei, igual o um amigo não faz o outro. Amigo não trai o outro. Amigo em porta tem milhares, em porta de hospitais são poucos”
Amélio Cayres, presidente da Assembleia Legislativa
FIDELIDADE COMO PRINCÍPIO
Amélio Cayres afirma que a amizade com Wanderlei Barbosa é pessoal e vai além da gestão. “Quer dizer que quando estava no poder era meu amigo, no dia que sai do poder deixa de ser? Aí não é amigo, é oportunista A minha fidelidade é aquilo que sigo, principalmente como um princípio de homem, e de amigo que sou”, afirmou em trecho do pronunciamento na Unirg.
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