Já não são três, mas cinco os pedidos de impeachment protocolados contra o governador afastado Wanderlei Barbosa (Republicanos) na Assembleia. Além dos dois do vereador de Palmas Carlos Amastha (PSB) e o do advogado Paulo Roberto da Silva, de Araguaína, outras duas peças chegaram ao Legislativo na terça-feira, 28. O motivo é a investigação de Wanderlei pela Operação Fames-19, que apura desvios de recursos para aquisição de cestas básicas durante a pandemia de covid-19, em 2020 e 2021, e que resultou no seu afastamento do cargo de governador, no dia 3 de setembro, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
JORNALISTA
Um dos pedidos é do jornalista Antônio Guimarães, que acusa Wanderlei de crimes de frustração ao caráter competitivo de licitação, peculato, corrupção passiva, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
VEREADOR DE PORTO
O outro pedido é do vereador de Porto Nacional José Junio Batista, o Junio de Cesario (PSDB), que sustenta que há indícios de irregularidades em contratos públicos e violação aos princípios da moralidade, legalidade e probidade administrativa, previstos na Constituição Federal.
PROVOCOU INSTABILIDADE
O texto de Junio do Cesario também aponta que a crise política provocou instabilidade administrativa no Estado, com reflexos em setores como infraestrutura, saúde, agricultura e assistência social.

















