
Afastado do comando do Palácio Araguaia desde setembro após nova fase da Operação Fames-19, Wanderlei Barbosa (Republicanos) não é o único alvo de pedido de impeachment na Assembleia Legislativa (Aleto). O governador em exercício Laurez Moreira (PSD) acaba de ser acionado na manhã desta terça-feira, 11, pelo presidente da Comissão de Direito Eleitoral e Municipalista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Araguaína, Fábio Natiêr. A informação é do site Gazeta do Cerrado.
RUPTURA DA CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA
Conforme o veículo, a argumentação central do pedido de impeachment de 217 páginas é a demissão em massa e a ruptura da continuidade administrativa. “Ele demitiu 5.871 pessoas e recontratou numa média de 89 nomeações por dia útil e já foram contratados 2.276”, ilustrou. O advogado também fala à Gazeta do Cerrado da “inconsistência” no decreto de emergência na Secretaria da Saúde (Sesau); o vínculo do filho Juarez, que está como secretário na gestão; e alega nepotismo.
SEM FILIAÇÃO
As “5 mil famílias afetadas pelas exonerações do governo” foram citadas por Fábio Natiêr como a motivação do pedido de impeachment. Conforme o veículo, o advogado ainda deixou claro que não é filiado a nenhum partido e alega não ter motivações de cunho político. “Ele usa o decreto para dizer que o Estado está endividado, mas o Tocantins tem o ‘Prêmio Nota A’ por excelência em gestão”, alegou.











