A criação de uma comissão para avaliar as ações adotadas na gestão interina de Laurez Moreira (PSD) foi um dos primeiros atos do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) com o retorno ao comando do Palácio Araguaia. O grupo será formado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), Controladoria, Casa Civil e as Secretarias do Planejamento (Seplan) e da Fazenda (Sefaz). O trabalho consiste em avaliar contratos celebrados e cancelados, pagamentos realizados e suspensos, entre outras atribuições promovidas nestes 93 dias.
TRANSIÇÃO TRANQUILA
Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes, o objetivo é garantir uma “transição tranquila” para que serviços essenciais como saúde, educação e segurança pública não sejam prejudicados e garantir a ainda a retomada econômica que teve uma queda de arrecadação de mais de 20% no período devido à falta de políticas públicas claras.
PROGRAMAS ELEITOREIROS
Entre as ações que serão avaliadas pelo governo estão o decreto de emergência na saúde com dívidas prescritas e o anúncio de R$ 417 milhões para os municípios sem previsão orçamentária. O lançamento de programas que considera “eleitoreiros”, como o Tocantins Presente e a inauguração indevida de obras inacabadas também serão alvo de escrutínio da comissão.
JOVEM TRABALHADOR
A gestão também destaca outros focos do grupo, como o cancelamento do ‘Jovem Trabalhador’ e a substituição pelo ‘Jovem Capacitado’, o plano de saúde dos servidores públicos estaduais (Servir) e a Rede Integrada de Proteção à Mulher, que tem perdido veículos destinados pela bancada federal.









