O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) mobiliza professores nesta terça-feira, 14, para mais uma paralisação em reação à falta de previsão para envio do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da categoria à Assembleia Legislativa (Aleto). É o segundo protesto organizado pela entidade para cobrar o governo estadual. O primeiro aconteceu no dia 1º deste mês.
SUSPENSÃO TOTAL
A mobilização prevê a suspensão total das atividades da rede estadual de ensino em todo o Tocantins, com atos públicos em pelo menos doze regionais e seus municípios, entre eles Augustinópolis, Tocantinópolis, Araguaína, Colinas, Guaraí, Miracema, Pedro Afonso, Paraíso, Porto Nacional, Dianópolis, Gurupi e Arraias. Em Palmas, a mobilização será conjunta entre as redes municipal e estadual, nesta quarta-feira, 15, Dia do Professor, com ato público na Avenida JK, às 9 horas.
ENTENDA
A elaboração do novo PCCR foi iniciada ainda em junho de 2024, quando o Estado instituiu uma comissão de elaboração composta por órgãos e o sindicato da categoria (Sintet). A conclusão do texto foi anunciada em abril deste ano, mas por conta dos limites fiscais, o compromisso do Comitê Gestor e da Secretaria da Educação (Seduc) era enviar o Projeto de Lei em setembro, diante do impacto financeiro de R$ 150.538.392,58 anuais. No início da janela de envio, Wanderlei Barbosa (Republicanos) foi afastado do cargo. Agora, a gestão interina de Laurez Moreira (PSD) reavalia o texto, que está parado na Casa Civil.















