Com um total de 15.174 procedimentos cirúrgicos realizados de janeiro a 12 de dezembro, o Estado superou a meta de 15 mil cirurgias eletivas estabelecida para este ano. O secretário-executivo da Saúde, Luciano Lima Costa, comentou o resultado por meio da assessoria. “Ampliamos a capacidade dos hospitais estaduais, firmamos parcerias com municípios e contratamos serviços da rede privada para garantir que os tocantinenses que precisam de procedimentos sejam atendidos em tempo oportuno”, informou.
HOSPITAL GERAL DE PALMAS
O Hospital Geral de Palmas (HGP) lidera o número de cirurgias eletivas realizadas neste ano, com a realização de 2.347 procedimentos cirúrgicos entre adultos e pediátricos. “Os resultados alcançados refletem, de maneira clara, o empenho e o trabalho dedicado de nossas equipes multiprofissionais, sempre pautadas pela empatia, pela responsabilidade e pelo compromisso com o bem-estar do próximo. Mesmo diante dos desafios, conseguimos atingir um volume expressivo de procedimentos cirúrgicos realizados. Esse avanço é motivo de grande orgulho para o HGP e seguimos firmes na missão de oferecer um atendimento de qualidade e humanizado”, ressaltou o diretor-geral do HGP, Marcelo Parin.
HOSPITAL REGIONAL DE GURUPI
Já o Hospital Regional de Gurupi (HRG) realizou 978 cirurgias e segue com os mutirões até o final do ano. “Cada procedimento realizado é uma espera reduzida, uma dor que chega ao fim, uma pessoa que pode voltar à sua rotina. Estamos muito satisfeitos com o resultado alcançado em 2025 e a nossa expectativa é de que, no próximo ano, esse número cresça ainda mais, com a continuidade dos investimentos da gestão estadual e o fortalecimento das equipes e da estrutura do Hospital Regional de Gurupi. Nosso objetivo é seguir reduzindo filas, acelerando diagnósticos e devolvendo qualidade de vida à população”, destacou o diretor administrativo do HRG, Pedro Pires.
REDUZIR FILAS
Para a superintendente das Unidades Hospitalares Próprias da Sesau, Ludmila Nunes, este resultado demonstra o fortalecimento das equipes, a melhoria dos fluxos assistenciais e o ganho de eficiência nos hospitais regionais. “Cada cirurgia realizada significa reduzir filas, devolver qualidade de vida e garantir que o cidadão tenha acesso ao cuidado dentro do tempo adequado. Para 2026, a expectativa é consolidar esse ritmo, aprimorar a programação cirúrgica integrada entre as unidades e expandir as forças-tarefa em especialidades com maior demanda. Nosso foco é manter a resolutividade, fortalecer o planejamento regional e assegurar que os hospitais continuem entregando resultados que garantam a redução da demanda reprimida nas diversas especialidades”. defendeu.















