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Para Eduardo, derrubar emenda pró-servidor foi “jogada desnecessária”; Michelle Bolsonaro no Jalapão

Para Eduardo, derrubar emenda pró-servidor foi “jogada desnecessária”; Michelle Bolsonaro no Jalapão
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Jogada desnecessária

O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) classificou de “uma jogada de plenário desnecessária” a derrubada de sua emenda que assegurava que o período do congelamento não prejudicasse o interstício para evolução funcional, bem como as avaliações de desempenho dos servidores do Executivo. A iniciativa do democrata foi derrubada numa votação em segundo turno da sessão do dia 28.

Num piscar de olhos

Eduardo lembrou que a emenda passou nas comissões — CCJ, Finanças e Defesa do Consumidor. “Ou seja, se alguém não queria sua aprovação, que se manifestasse”, afirmou. Para piorar, disse o deputado, a iniciativa ainda foi aprovada em primeiro turno em plenário. “O que deixou a todos com a certeza de que nada mais iria acontecer, senão a aprovação”, ressaltou. No entanto, foi nesse momento que uma emenda “foi urdida” e “num piscar de olhos”, “uma série de boas iniciativas foram retiradas sem que o próprio plenário soubesse o que estava acontecendo”.

Sorriso indisfarçável

O deputado contou que estava acamado no dia 28, mas viu a defesa feita pelo deputado Nilton Franco (MDB), que antes da segunda votação declarou sua indignação com a manobra, e o trabalho do deputado Elenil da Penha (MDB), entre outros. “Depois vi que alguns deixaram o plenário com sorriso indisfarçável, o que apenas demonstrou o desejo de derrotar algo que fiz depois de muito estudo e que teria sido muito importante para as carreiras, já que agora sequer as avaliações para fins de progressão terão”, lamentou Eduardo. Para ele, uma coisa é suspender os direitos, outra “é ceifar ou apagar esse período da vida do servidor”. “Um desserviço injustificado”, criticou.

Digital de Kátia Abreu

Certidões da Justiça Eleitoral, emitidas na manhã desta quinta-feira, 4, mostram que alguns dos membros da nova comissão provisória do PSL, que passou a ser presidida por bispo Guaracy, suplente da senadora Kátia Abreu (PDT), estão vindo do PSD, partido no Estado presidido pelo filho da parlamentar, o também senador Irajá Abreu. A constatação reforçou a desconfiança dos bolsonaristas de que a tomada do partido teria a digital de Kátia.

Nas mãos de Vicentinho

O ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Luíz Cláudio Benício, postou comentário na matéria do CT sobre o caso do PSL e se disse surpreso com a reclamação dos que perderam a direção do partido. “Todos com noção clara de política tocantinense sabiam que o partido estava indiretamente nas mãos do senador Vicentinho Alves. Parabéns Bispo Guaracy, arroche!”, afirmou coronel Benício. O PSL era presidido pelo ex-deputado federal Antônio Jorge. Candidato a deputado estadual em 2018 pelo PR, o militar saiu da disputa nem um pouco satisfeito com os Vicentinhos pai e filho.

O ‘professor-prefeito’

(Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No lançamento do “Programa TO Ligado”, na terça-feira, 2, na presença do vice-governador Wanderlei Barbosa, da secretária estadual da Educação, Adriana Aguiar, e do público, o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (sem partido), gerou ciumeira ao prestigiar o nome do vereador Marcus Marcelo (PR) na corrida pela sucessão na cidade, relata o site AF Notícias. Dimas lembrou que Marcus é professor efetivo da rede estadual e, em tom descontraído, disse que “não é qualquer cidade que tem [o privilégio de ter] um ‘professor-prefeito'”.  “Já já dará um salto grande para o futuro, não é Marcus? Um professor-prefeito não é para qualquer cidade, não é verdade? O Marcus tem e almeja um cargo maior e é mais do que justo. Tem feito um belíssimo trabalho na Câmara de Vereadores e pode e deverá fazer um grande trabalho também por nossa cidade e nosso Estado”, arrematou Dimas.

Outros nomes

O grupo tem do prefeito tem vários outros nomes de olho na sucessão, como o deputado estadual Elenil da Penha (MDB), o também vereador Terciliano Gomes (PDT)  e o chefe de gabinete de Dimas, Wagner Rodrigues (PTB).

PV quer fazer 3 vereadores em Palmas

(Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A presidente estadual do PV, deputada estadual Cláudia Lélis, reuniu lideranças e filiados na noite dessa quarta-feira, 4, e anunciou que o partido irá iniciar o processo de eleição dos diretórios municipais e, até julho, fará a renovação do novo diretório estadual. Cláudia já adiantou que em Palmas quer eleger pelo menos três vereadores e colocar um nome do PV na disputa pela prefeitura. Ela e o marido, o ex-deputado estadual Marcelo Lelis, são os nomes cotados. Ambos já concorreram: Cláudia em 2016 e Marcelo em 2008 e 2012.

Michele Bolsonaro no Jalapão

O prefeito de Novo Acordo, Dotozinho (MDB), ofereceu um café da manhã nesta quinta-feira, 4, ao pessoal que está acompanhando a comitiva da diretora da Mulher no Ministério da Família, Mulher e dos Direitos Humanos (MFMDH), pastora Morgana Macena. A viagem está servindo também para organizar a visita da primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, a Mateiros, no coração do Jalapão. A data ainda não foi definida.

 

Na contramão da crise

Nem todos os pequenos municípios vivem em perpétua agonia. A prefeita de Arapoema, Professora Lu (PSD), mostra que sua gestão está na contramão da crise financeira das prefeituras. Ela conta que tem feito adiantamento dos salários dos servidores,  capacitado profissionais e até mesmo adquiriu, com recursos próprios, um aparelho de ultrassom para realizar exames de diagnóstico por imagem.


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