Os servidores do topo da carreira do Tocantins disseram à coluna que foi feito um compromisso com o governador afastado Wanderlei Barbosa (Republicanos) para que o Palácio enviasse à Assembleia a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Subteto Único junto com o PCCR da Educação. Assim, eles cobram agora que a gestão Laurez Moreira (PSD) cumpra o que foi tratado com Wanderlei, porque entendem que é um acordo de Estado e não com governo. “Portanto, independentemente de quem é o governador, o acordo tem que ser cumprido”, defendeu um integrante desse grupo, composto por delegados de polícia, auditores fiscais da Receita Estadual, médicos, oficiais da PM e do Corpo de Bombeiros, peritos, gestores e outras carreiras impactadas pelo Teto Remuneratório.
14 ANOS DE REIVINDICAÇÃO
A proposta vincula o salário do funcionalismo — que hoje tem como referência o do governador — ao do desembargador do Tribunal de Justiça. Essa é uma reivindicação antiga. Por 14 anos que esses servidores vêm cobrando a implantação, desde o último governo Marcelo Miranda (2015-2018).
SEM DATA-BASE
Entre os motivos da categoria para fazer a reivindicação está o fato de ela sempre ficar de fora das datas-base, porque estoura o limite do teto constitucional, o que impede esses servidores de ter atualização salarial. Isso tem defasado muito a remuneração das categorias impactadas.
NÃO ESTIMULA
Além disso, profissionais experientes dos mais diversos setores acabam não sendo estimulados a pegar em cargos de comando porque não podem receber os adicionais respectivos, já que também estourariam esse teto constitucional.

















