CLEBER TOLEDO
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Covid-19 provoca afastamento de quase 16% dos trabalhadores tocantinenses; 8% ficam sem remuneração

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre os impactos da Covid-19 apresentou mais uma rodada de resultados na quarta-feira, 24. Os números mostram que dos 611 mil trabalhadores tocantinenses, 114 mil (18,7% do total) foram afastados – não demitidos – e 50 mil ficaram sem remuneração (8%). Os dados são referentes ao mês de maio.

Impactos da pandemia

Outros pontos da pesquisa que refletem o momento de crise também merecem destaque. O estudo indica que das 114 mil pessoas que estavam afastadas de seu trabalho, 97 mil – ou 15,9% do total da população ocupada no Tocantins – era devido ao distanciamento social, o restante estava afastada por motivo de doença, licença maternidade, qualificação, entre outros. Das pessoas ocupadas e não afastadas do trabalho, 31 mil [6,3%] trabalhavam de forma remota; e o rendimento efetivo médio de 172 mil trabalhadores tocantinenses [28,7%] foi menor que o normalmente recebido.

Pesquisa não deve ser comparada a PNAD Contínua, a pesquisa oficial sobre o setor

O levantamento do IBGE está sendo realizado com o apoio do Ministério da Saúde para estimar o número de pessoas com sintomas associados à síndrome gripal e monitorar os impactos da pandemia no mercado de trabalho. O órgão ressalta que embora a pesquisa esteja monitorando a ocupação, os dados dela não devem ser comparados com os da PNAD Contínua, pois esta possui uma metodologia diferente e é a pesquisa oficial da área de rendimento e trabalho.


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