O coletivo Somos também emitiu nota para comentar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo que detém mandato na Câmara de Palmas avalia que a determinação reforça que “ninguém está acima da Lei”. “Sobretudo quem atacou sistematicamente as instituições, incentivou o caos e tentou sabotar a democracia”, dispara.
SOMOS ATACA GESTÃO NA PANDEMIA
A nota critica duramente o ex-presidente, principalmente pela condução da pandemia da Covid-19. “Carrega nas costas marcas que não se apagam. Durante a pandemia, enquanto mais de 700 mil famílias choravam seus mortos, ele debochava da dor alheia, ironizava pessoas sem ar, atrasava vacinas e propagava desinformação. Cada vida perdida tem uma história interrompida. Cada luto ignorado expõe o projeto de morte que orientou aquele governo”, pontua.
PRECISA RESPONDER PELOS SEUS ATOS
O Somos também vê como acertada a determinação de prisão de Bolsonaro. “Diante de novos indícios de fuga e violação de medidas judiciais, a Justiça age para impedir que se repita a velha rotina de mentiras, tumultos e tentativas de manipular a opinião pública. Quem tentou dar golpe, quem estimulou ataques às instituições e quem flertou com a ruptura democrática precisa, finalmente, responder pelos seus atos.
REPARAÇÃO E COMPROMISSO COM O FUTURO
O Brasil que lutou nas ruas, nas urnas e nas comunidades para defender a democracia merece respirar sem medo. A responsabilização de quem atentou contra o País também é memória, reparação e compromisso com o futuro.
Coletivo Somos
Leia a íntegra da nota:
“NOTA DO COLETIVO SOMOS SOBRE A PRISÃO DE JAIR BOLSONARO
O Coletivo SOMOS acompanha com senso de justiça e responsabilidade democrática a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo Supremo Tribunal Federal neste sábado, 22. A decisão reconhece algo que o povo brasileiro já sabia há muito tempo: ninguém está acima da lei, sobretudo quem atacou sistematicamente as instituições, incentivou o caos e tentou sabotar a democracia.
Bolsonaro carrega nas costas marcas que não se apagam. Durante a pandemia, enquanto mais de 700 mil famílias choravam seus mortos, ele debochava da dor alheia, ironizava pessoas sem ar, atrasava vacinas e propagava desinformação. Cada vida perdida tem uma história interrompida. Cada luto ignorado expõe o projeto de morte que orientou aquele governo.
Agora, diante de novos indícios de fuga e violação de medidas judiciais, a Justiça age para impedir que se repita a velha rotina de mentiras, tumultos e tentativas de manipular a opinião pública. Quem tentou dar golpe, quem estimulou ataques às instituições e quem flertou com a ruptura democrática precisa, finalmente, responder pelos seus atos.
O Brasil que lutou nas ruas, nas urnas e nas comunidades para defender a democracia merece respirar sem medo. A responsabilização de quem atentou contra o País também é memória, reparação e compromisso com o futuro.
O Coletivo SOMOS reafirma sua defesa inegociável da democracia, da vida e da justiça. Seguiremos ao lado das famílias que ainda carregam o luto da pandemia, ao lado dos movimentos que resistiram ao autoritarismo e ao lado do povo tocantinense e brasileiro que tanto lutou, com coragem, para que este dia chegasse.“
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