O deputado federal Eli Borges trocou o PL pelo Republicanos e para concorrer ao Senado pela legenda do governador Wanderlei Barbosa. A movimentação ocorre após o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres, romper com Wanderlei durante o evento da Associação das Câmaras Municipais (Asscam), realizado na quinta-feira, 26.
SÓ NA CONVENÇÃO
Segundo fontes importantes do Palácio Araguaia, a definição sobre como se dará uma eventual candidatura de Eli Borges ao Senado ficará para a convenção partidária de julho. Somente nesse momento deverá ser fechada a composição que permitirá ao parlamentar disputar a vaga.
TRÊS CANDIDATURAS
De acordo com essas fontes, nenhuma hipótese está descartada neste momento. Entre as possibilidades em análise está a formação de uma chapa majoritária da base governista com três candidatos ao Senado vinculados ao grupo da senadora Dorinha Seabra Rezende, pré-candidata ao governo do Estado. Nesse desenho, poderiam figurar como candidatos Carlos Gaguim (UB), Eduardo Gomes (PL) e Eli Borges.
EXEMPLO DO PARÁ
Essa, inclusive, era a proposta feita para Amélio, o que o presidente da Assembleia recusou, já que não queria ser candidato avulso. No Palácio, contudo, garantem que essa terceira candidatura não precisa necessariamente ser avulsa, mas pode também ser apoiada por Dorinha. Como exemplo, citam o caso do Pará, em 2022, quando o grupo do governador Helder Barbalho apoiou e foi apoiado por três nomes ao Senado: o PSDB lançou Manoel Pioneiro; o PP lançou Flexa Ribeiro ; e o Podemos Jardel Guimarães.
RELAÇÃO ANTIGA
A proximidade entre Eli Borges e Wanderlei Barbosa não é recente. Os dois mantêm relação política há bastante tempo. Em 2020, por exemplo, Eli foi candidato a prefeito de Palmas com o apoio de Wanderlei, mas acabou derrotado pela então prefeita Cinthia Ribeiro, à época no PSDB.
















