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Em entrevista a rádio, Kátia diz que Transbananal só começa após estudo de viabilidade do governo federal

Em entrevista a rádio, Kátia diz que Transbananal só começa após estudo de viabilidade do governo federal
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Em entrevista aos jornalistas José Manoel, Wesley Silas e Régis Cáio, do programa Tribuna do Povo, da Rádio Nova 104,9 FM, de Gurupi, nessa quinta-feira, 17, a senadora Kátia Abreu (PDT) deu informações diferentes da que tem dado o engenheiro José Rubens Mazzaro, coordenador estadual de Projetos e Fiscalização das Obras de Manutenção da TO-0500, Travessia da Ilha do Bananal.

Só falta um documento

Enquanto Mazzaro disse à Coluna do CT que, para iniciar as obras da Transbananal, só falta o documento da União autorizando que o Estado toque o projeto, Kátia garantiu aos jornalistas que os trabalhos só começarão após o governo federal realizar o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental.

Não sabe se será PPP

Ela disse ao programa que não gostaria de fazer previsão de início das obras porque “ainda não é a hora”. “Saberemos após a conclusão do projeto de viabilidade técnica. Ainda não sabemos se será PPP (Parceria Público-Privada), não sabemos se o pedágio vai ser privado ou se nós vamos pagar direto para os índios”, pontuou.

PPP e parte para os índios

Essas últimas informações também diferem do que afirmou o engenheiro à Coluna do CT. Segundo Mazzaro, o projeto será uma PPP e os pedágios privados, com os índios ficando com uma parte da arrecadação.

Não se sabe qual projeto

Outro ponto que diferencia é que o engenheiro tem um projeto pronto para a Transbananal, enquanto Kátia disse que “sequer nós sabemos qual será o projeto”. “Isso quem vai dizer é o EVTEIA  [o estudo de viabilidade técnica]”, afirmou no programa. Então, defendeu a senadora, “falar em valores e números neste momento eu acho delicado”.

Passando o carro diante dos bois

Para Kátia, o que tem que ser focado neste momento é somente a autorização para atravessar a Ilha do Bananal. “Então, falar como será, quanto vai ganhar e como vai ser, estaríamos passando o carro diante dos bois. O meu foco é pedir ao ministro a travessia, a licença ambiental, o projeto de viabilidade, dinheiro da União porque esta estrada não é do Tocantins, nem do Mato Grosso”, lembrou a senadora. (Com informações do site Atitude, de Gurupi)


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