CLEBER TOLEDO
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Em Fórum de Bioeconomia, Wanderlei Barbosa assina carta compromisso na busca por parcerias que alavanquem as cadeias produtivas

A abertura do Fórum Mundial de Bioeconomia (WCBEF) realizada em Belém (PA) nesta segunda-feira, 18, contou com a participação do vice-governador Wanderlei Barbosa (sem partido), como representante do Tocantins. O evento reuniu diretores do WCBEF e representantes dos estados que compõem a Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Roraima. Ao final do encontro, uma carta de compromisso coletivo foi assinado com o principal objetivo de buscar de parcerias que valorizem e alavanquem as cadeias produtivas locais.

Busca de soluções baseadas na economia verde

Wanderlei Barbosa considera que a realização do evento no Pará fortalece ainda mais os estados da Amazônia Legal, principalmente em razão do tema da bioeconomia, que sinaliza um caminho viável para o crescimento e desenvolvimento sustentável da região.  “Fico feliz em poder trazer o Tocantins para um fórum de tamanha relevância para a proteção de nossas florestas, com soluções baseadas na natureza e na economia verde de biodiversidade”, ressaltou.

Cuidado de produzir sem matar

O vice-governador aproveitou o evento para destacar o esforço do Palácio Araguaia em manter a sustentabilidade. “Trocando experiências, nós vamos crescer sem diminuir o tamanho do meio ambiente. Sabemos que o setor produtivo avança e o Tocantins que é um estado novo, vem tendo todo o cuidado de produzir sem matar, tanto a natureza, as nossas matas e rios, a exemplo de nossas bacias, onde o Governo realizou importantes recuperações. Temos também que aumentar a produção de nossas áreas abertas com tecnologia avançada, sintonizados com os governadores da Amazônia e do Brasil”, ressaltou.

Repensar maneira de produzir

Secretária de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Miyuki Hyashida pontuou sobre a importância da inclusão das comunidades tradicionais nos projetos de bioeconomia. “Evento muito importante para que possamos repensar a maneira de produzir com sustentabilidade, preservar, incluir pequenos e médios produtores, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, e ser economicamente gratificado, por ter produtos regionais da nossa terra valorizados no mercado nacional e internacional”, destacou.

Outras pautas

Os participantes do encontro discutiram estratégias para implementação de ações voltadas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. Além disso, houve o anúncio do Acordo de Cooperação, que visa o aporte de recursos para execução do projeto de fortalecimento de cadeias produtivas da bioeconomia e parcerias entre os nove estados consorciados a serem celebradas com a Cooperação Alemã-GIZ e Emergent\Coalizão Leaf, provavelmente durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-26), no dia 6 de novembro.


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