CLEBER TOLEDO
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Líder de Bolsonaro, Eduardo Gomes defende ser “impossível” falar de CPI com o atual cenário da pandemia de Covid-19

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Antes mesmo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 ter sido instalada no Senado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o líder do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Congresso Nacional, o senador Eduardo Gomes (MDB) já havia feito um pedido para que o início dos trabalhos fossem adiados em virtude do atual cenário da pandemia no País. “É impossível falar de CPI nas próximas semanas enquanto não tivermos um mínimo de imunização”, defendeu. A medida é vista como uma forma de retardar o início da investigação, mas o tocantinense nega.

Três senadores já faleceram

Eduardo Gomes entende que CPIs – seja a da Covid-19 ou qualquer outra – não devam funcionar presencialmente. Conforme O Globo, o tocantinense chegou a  destacar que outros países iniciaram a campanha de imunização pelos parlamentares e, que, ele e outros sentem que possuem “uma dívida muito grande, com sacrifício inclusive de colegas”, relembrando a morte de três senadores que faleceram em decorrência da doença nos últimos meses, referindo-se a Major Olímpio (PSL-SP), Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e José Maranhão (MDB-PB)

Só vacinados

No requerimento, Gomes sugere condições específicas para o início do trabalho das comissões. “Nesse sentido, parece-nos mais prudente que a CPI deva funcionar apenas com a participação de senadores, depoentes e servidores já vacinados e não integrantes dos grupos de risco para a Covid-19 frente à extrema gravidade da epidemia. Desta forma, temos a certeza de que poderemos garantir, tanto o bom andamento dos trabalhos do colegiado, como o absoluto respeito aos rígidos protocolos sanitários que devem ser observados nesse momento por todos os brasileiros”, diz trecho. (Com informações do Senado Federal e d’O Globo)


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