CLEBER TOLEDO
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Endividamento cai em fevereiro na Capital

Seguindo o cenário nacional, o percentual de consumidores endividados em Palmas caiu no mês de fevereiro, de acordo com a pesquisa que mede o endividamento e inadimplência dos consumidores de Palmas (PEIC) realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com a Fecomércio Tocantins. A queda registrada em comparação a janeiro foi de 1,2%, chegando ao índice geral de 69%. A inadimplência ficou em 13,6% e os que não terão condições de quitar suas dívidas em atraso em 0,4%.

Nacionalmente a pesquisa registrou declínio de menos de 1%. O percentual de famílias que relataram ter dívidas alcançou 65,1% em fevereiro de 2020, com recuo em relação aos 65,3% observados em janeiro de 2020 e aos 65,6% registrados em dezembro de 2019. Houve alta, porém, em relação a fevereiro de 2019, quando o indicador alcançou 61,5% do total de famílias.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que a tendência observada no endividamento geral das famílias configura uma perspectiva de aquecimento do consumo e observa que o aumento de alguns indicadores não deve ser visto, necessariamente, como negativo. “Embora tenha arrefecido nos últimos dois meses, o endividamento em alta está associado a condições mais favoráveis no mercado de crédito ao consumidor, impulsionado por fatores como a melhora recente do mercado de trabalho e a redução significativa das taxas de juros, o que permite a queda do custo do crédito”, disse.

No Tocantins do total de entrevistados, 61,2% consideram-se pouco endividados. Para o presidente interino da Fecomércio, Domingos Tavares, isso demonstra um cenário positivo. “A percepção do consumidor sobre o endividamento é muito importante pois se a maioria acredita que tem poucas dívidas é natural que haja a possibilidade de um consumo maior, tanto porque há renda para isso quanto, existe a possibilidade de fazer novas dívidas. Além disso, esse dado demonstra uma responsabilidade do consumidor com o pagamento dessas dívidas”, afirmou.

A maior parte, 74,6%, disse que compromete de 11% a 50% de sua renda familiar com dívidas, sendo que a média total fica em 32,5%. 44,8% dos consumidores disseram na pesquisa que os atrasos nos pagamentos de suas dívidas ficam entre 30 e 90 dias, sendo a média de 52,8 dias. Já com relação ao comprometimento, 40% estão comprometidos com dívidas por mais de um ano. A média de tempo de comprometimento com dívidas ficou em 7,9 meses.

No que tange ao tipo de dívida, os principais continuam sendo: cartão de crédito (79,8%), financiamento de carro (20,4%), seguido de carnês (19,6%). (Da assessoria de imprensa Fecomércio)


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