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Para historiador, desafios do TO aos 31 anos são industrialização, formação de mão de obra e austeridade fiscal

Para historiador, desafios do TO aos 31 anos são industrialização, formação de mão de obra e austeridade fiscal
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Doutorando e mestre em história pela Universidade Federal de Goiás, o professor Raylinn Barros defendeu que o desenvolvimento do Tocantins passa pela industrialização, investimento em mão de obra qualificada e por uma política austera nas contas públicas. Barros falou sobre a história do Estado, que completa 31 anos de criação neste sábado, 5 ao quadro Entrevista a Distância da Coluna do CT.

O professor avaliou que história do Tocantins é marcada por “luta, sofrimentos e dificuldades”. A região tinha mineração, mas o setor estagnou em meados do século 18, com a queda da disponibilidade de ouro. Foi a partir daí, explicou Barros, que houve o abandono econômico do Estado. “Esse abandono marcou toda a história do Tocantins, cuja economia primeiro dependeu do ouro, depois da pecuária e agronegócios, e o que marca até hoje é a pouca industrialização e a dependência do agronegócio e do funcionalismo”, afirmou.

Desafios
Para ele, os três desafios do Estado para o futuro são incentivar a industrialização, que, defendeu, gera emprego de qualidade, renda e reduz a pobreza da população; qualificar sua mão obra de obra, condição essencial para a chegada de investimentos em tecnologia; e aposta numa política austera nas contas públicas. “Nós sabemos que Estados que estão desequilibrados do ponto de vista fiscal não conseguem se desenvolver economicamente, ficam endividados e, Estados endividados, são atrasados do ponto de vista econômico”, disse o professor.

Confira a seguir a participação de Raylinn Barros no quadro Entrevista a Distância:


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