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Sintet calcula participação de 5 mil pessoas na greve geral contra Reforma da Previdência

Mobilização também contou com protestos contra governos do Estado e da Capital

Sintet calcula participação de 5 mil pessoas na greve geral contra Reforma da Previdência
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Cerca de cinco mil pessoas, entre profissionais da educação pública, estudantes, representantes das centrais sindicais, movimentos sociais, estudantis e culturais foram às ruas nesta sexta-feira,14, em Palmas, protestar contra a Reforma da Previdência e contra os cortes na educação. O cálculo é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet).

A manifestação começou às 8 horas, na Quadra 108 Norte, na Avenida JK, mas os manifestantes só tomaram as ruas em passeata por volta das nove e meia da manhã.

Conforme o sindicato, os protestos são principalmente contra a reforma da Previdência. Os cortes na educação também foram mencionados nas falas dos representantes dos servidores públicos federais da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e do Instituto Federal (IFTO), bem como do movimento estudantil, conta o Sintet.  

Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), José Roque Santiago afirma que a PEC da reforma é uma enganação contra a classe trabalhadora. “Não é reforma, é o fim da aposentadoria, por isso convocamos a classe trabalhadora, os profissionais da educação para juntos defendermos o direito da aposentadoria, que com essa proposta do governo vai acabar, precisamos lutar contra o fim da Previdência social”, disse.

Pauta estadual
Conforme dito pelo CT, além dos protestos contra o governo federal também houve protestos contra o Palácio Araguaia. Representantes dos servidores públicos estaduais cobraram do governador Mauro Carlesse (DEM) o pagamento da data-base que está atrasada.

Também teve cobrança na esfera municipal, onde servidores cobraram da prefeita Cintia Ribeiro (PSDB) o cumprimento dos planos de carreiras dos servidores públicos municipais, revela ainda o Sintet.

Os representantes sindicais lembraram que é preciso cobrar dos parlamentares tocantinenses, deputados federais e senadores que se posicionem contra a reforma. O ato encerrou por volta do meio dia nas proximidades do Palácio Araguaia.

Greve geral
No Tocantins, além de Palmas foram registradas manifestações da greve geral nas cidades de Araguaína, Augustinópolis, Tocantinópolis, Sítio Novo, Buriti do Tocantins, Carrasco Bonito, Axixá, Novo Acordo, Peixe, Gurupi, Arraias, Aurora do Tocantins, Dianópolis, Porto Nacional e Lavandeira. Nessas cidades houve paralisação total e parciais nas escolas.

Algumas colégios de Aurora, Lavandeira e Arraias também paralisaram. Em Palmas foi identificado adesão à greve em aproximadamente quinze escolas, conforme último levantamento do Sintet.


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