A Promotoria de Justiça de Natividade, o Centro de Apoio Operacional do Consumidor, da Cidadania, dos Direitos Humanos e da Mulher (Caoccid) e a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) promovera uma inspeção em abatedouro de Natividade na quinta-feira, 21, e constatou uma série de irregularidades na estrutura e nos procedimentos do local. O estabelecimento recebeu um prazo de cinco dias para sanar os problemas apontados, sob pena de interdição das atividades.
TRÊS PONTOS PRIORITÁRIOS
A ação identificou três irregularidades consideradas prioritárias pelos órgãos de controle: ausência de equipamento adequado para insensibilização dos animais antes do abate, falta de barreira sanitária e inexistência de esterilização dos equipamentos utilizados no processo. O promotor Célio Henrique Santos explica o abatedouro apresentou uma série de inconformidades, mas estas três se destacam negativamente.
INTERDIÇÃO DAS ATIVIDADES
Os responsáveis pelo local têm cinco dias para comprovar a regularização desses itens essenciais. Caso as falhas mais graves não sejam corrigidas dentro do limite estabelecido, o Ministério Público e os órgãos de controle aplicarão a interdição das atividades do abatedouro.
















