O pré-candidato a governador do PSDB, o deputado federal Vicentinho Júnior, estreia o CCT Entrevista de 2026, com um formato mais moderno e dinâmico, com a introdução de novo layout e cortes de imagens entre os participantes. Na conversa, Vicentinho explicou sua decisão de mudar de projeto — era pré-candidato a senador –, sobre seu ingresso no PSDB e as críticas que recebeu da ex-presidente do partido Cinthia Ribeiro, sobre a relação com o deputado federal e pré-candidato a senador Alexandre Guimarães (MDB), e com o presidente da Assembleia, Amélio Cayres (Republicanos), também pré-candidato a governador; e sobre as críticas que têm feito ao governo Wanderlei Barbosa (Republicanos), gestão que compôs antes de se afastar no segundo turno das eleições de Palmas de 2024.
UM POUCO SENTIDO
Vicentinho também comentou sobre o apoio à pré-candidatura da senadora Dorinha Seabra Rezende (UB) ao governo do Tocantins do prefeito da Capital, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), justamente pivô do afastamento do deputado com o Palácio, por conta do segundo turno das últimas eleições municipais. Ele disse que “o ser político” compreende a decisão do prefeito. “Não obrigo as pessoas estarem do meu lado se não estiverem bem, felizes e acreditando no nosso caminhar”, afirmou. “Agora, o ser humano, o eleitor que acreditou, que lutou, fica ali um pouco, vamos dizer assim, sentido. Porque, veja bem, se você olhar todos os meus algozes de hoje foram os nossos algozes de 2024“, comparou.
TENTARAM TOMAR O PARTIDO DE EDUARDO
O pré-candidato tucano lembrou que “quem hoje tentou me tomar o PP no momento pretérito, tentou tomar dele [Eduardo] o partido em que ele era filiado [União Brasil, que o prefeito trocou pelo Podemos porque a sigla de Dorinha apoiaria a deputada estadual Janad Valcari, pelo PL, em 2024]”.
TENTAM TOMAR A HISTÓRIA DE SIQUEIRA
Vicentinho foi mais além e lembrou que a coligação de Dorinha se inspirou no governador Siqueira Campos, pai de Eduardo, para criar o nome da nova aliança, a “União pelo Tocantins”, uma ligeira mudança pronominal em relação à velha União “do” Tocantins. “Quem hoje tenta tomar para si novamente a história de Siqueira Campos, quase que criando uma logo da UT, e mostram hoje algo parecido com a UT, mas tentam esconder as filmagens de quando romperam com Siqueira para apoiar Marcelo Miranda“, sugeriu. “Quem ficou Siqueira, e os Vicentinhos sempre estiveram juntos, e quem nem olhou para trás para ver Siqueira e foi para frente para apoiar Marcelo naquele rompimento histórico.”
CAMISETA DO UT COM CHEIRO DE NAFTALINA
O deputado avisou: “Então, não pensem eles que a esse candidato essa história não será sempre relembrada. Repito: eu sou um homem que não tenho vergonha do meu passado. Eu não sou um siqueirista de momento. Tem uns aí que estão se botando de novo a camisetinha, aquela antiga da União do Tocantins, com cheiro de naftalina, que eles guardam lá no fundo do armário, e só voltam a usar quando querem usufruir do patrimônio de Siqueira Campos. Mas quando tinha um filho de Siqueira disputando a eleição no ano 2024 aqui em Palmas, foram fazer algumas peças aí que afrontou muito a história de Siqueira”. Entre essas “peças”, apesar de não ter sido citada, com certeza, está a entrevista com a viúva do falecido governador, Marilúcia Siqueira Campos.
Assista a íntegra da entrevista:
















