O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) veio a público lamentar a morosidade da tramitação do Projeto de Lei que autoriza a celebração de contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 56 milhões. Os recursos em fundo perdido – sem necessidade de reembolso – é para o projeto “SustenTO”. O texto passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas não avançou nos colegiados de Finanças e Orçamento (CFO), presidida por Olyntho Neto (MDB); e de Defesa do Consumidor, que tem Jorge Frederico (PSDB) à frente. “Isso está dando um prejuízo muito grande para o Estado e principalmente para o setor produtivo, para o agronegócio. Infelizmente, estes dois deputados não estão pautando essa matéria. É preciso que paute”, reforça o chefe do Poder Executivo em vídeo.
INVESTIMENTOS
Wanderlei Barbosa faz questão de detalhar a destinação dos R$ 56 milhões. R$ 8 milhões seriam executados já no atual mandato. Do total, R$ 26 milhões estão previstos para o Cadastro Ambiental Rural (CAR); outros R$ 10 milhões são para a modernização do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); R$ 7 milhões para os pequenos produtores, via Instituto Rural (Ruraltins); e mais R$ 4 milhões para o Batalhão Ambiental.
ELES VÃO DEIXAR ESTE PREJUÍZO PARA O ESTADO
Sem sinalização da Aleto, o governador anunciou que buscará uma tolerância do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para a formalização do contrato. “Por essa razão, enquanto isso [a aprovação] não acontecer, eu vou fazer um pedido de prorrogação de prazo ao BNDES, para que o presidente nos dê 60 dias para organizar esta pauta. Ou então, eles vão deixar esse prejuízo para o nosso Estado, infelizmente”, encerrou.
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