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Vicentinho defende descentralização da saúde e estadualização do Hospital de Tocantinópolis

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Vicentinho defende descentralização da saúde e estadualização do Hospital de Tocantinópolis
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O senador Vicentinho Alves (PR) defendeu durante agenda de campanha nesta quinta-feira, 14, a descentralização da saúde. A proposta do candidato da coligação “A Vez dos Tocantinenses” foi apresentada em Tocantinópolis, em entrevista a um programa de rádio local. O republicano também voltou a disparar contra o adversário no segundo turno, o governador interino Mauro Carlesse (PHS).

Entre as propostas de Vicentinho Alves para a saúde estão a criação de uma rede de proteção e a estadualização de alguns hospitais municipais. O de Tocantinópolis foi colocado como uma possibilidade. Fora desta área, o senador defendeu que a criação de  uma força tarefa para regularização fundiária, o que defende que também beneficiaria o município.

O candidato colocou a saúde como uma prioridade em um possível governo, caso eleito. “Principalmente para atender as pessoas mais carentes. Isso será possível com a mudança da forma de gestão. Está tudo centralizado nos grandes hospitais do Estado. Vamos descentralizar, equipando, abastecendo com medicamentos e valorizando os profissionais nos hospitais de pequeno porte (HPP) e os regionais”, acrescentou.

Vicentinho Alves ainda garantiu que vai trabalhar para conseguir o equilíbrio financeiro e desburocratizar a prestação de serviços públicos, criando sedes administrativas regionais.

Debates
A aproximação da agenda de debates também foi ressaltada pelo senador Vicentinho Alves. O candidato defendeu que estes eventos são necessários para que os eleitores “conheçam melhor os candidatos, sua vida pregressa, suas realizações, seus compromissos com o Estado e com as pessoas”. O tema ainda foi usado para nova ofensiva contra Carlesse. O governador interino não participou de debates no primeiro turno da eleição suplementar.

“Os eleitores vão decidir se querem um governador que já foi preso por não pagar pensão alimentícia, que tem mais de 70 processos na justiça, que tem apoiadores que não se importam com condução coercitiva, ou se querem um governador que nunca teve condução coercitiva e que tem o nada consta do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Regional Federal. Que votou a favor da Lei da Ficha Limpa e pratica a 30 anos o que está previsto na Lei da Ficha Limpa. Eu só espero que o governador interino não fuja dos debates”, disparou.

(Com informações da Ascom)

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