A permanência de Wanderlei Barbosa à frente do Poder Executivo foi destacada nesta segunda-feira, 6, pela assessoria do político. Apesar de reiteradas negativas, o nome do governador era ventilado como um possível candidato ao Senado Federal. O prazo de desincompatibilização encerrou no sábado, 4, e o partido destacou a opção do chefe do Poder Executivo pela “continuidade administrativa e a estabilidade institucional”
PERÍODO DE INCERTEZAS
Na avaliação do governador, a renúncia abriria um período de incertezas, sobretudo diante do desempenho considerado abaixo do esperado em episódios recentes de interinidade no comando do Estado. A assessoria entende que Wanderlei Barbosa assumiu o “custo político” de abrir mão de uma eleição competitiva para dar continuidade a gestão.
MANUTENÇÃO DA AGENDA
Conforme a assessoria do gestor, a permanência no cargo também garante a continuidade de agendas em andamento, como investimentos em infraestrutura, políticas de valorização dos servidores públicos e execução de obras estruturantes em diversas regiões do Tocantins, assegurando previsibilidade administrativa e o alinhamento dos projetos já em curso.
PRIMEIRO MANDATO A SER CONCLUÍDO DESDE 2006
Sem pretensões de disputar o Senado, Wanderlei Barbosa pode vir a ser o primeiro governador eleito a completar integralmente um ciclo de gestão desde a gestão de Marcelo Miranda, entre 2003 e 2006. Desde então, o Estado enfrentou sucessivas mudanças no comando do Executivo, marcadas por cassações, renúncias e substituições.
- Marcelo Miranda – Reeleito em 2006, mas cassado pela Justiça Eleitoral em 2009
- Siqueira Campos – Eleito em 2010, mas renunciou junto com o vice, João Oliveira, em abril de 2014
- Marcelo Miranda – Eleito em 2014, mas cassado em 2018.
- Mauro Carlesse – Eleito em 2018, mas renunciou em 2022 após ser alvo de Operações da Polícia Federal e de pedido de impeachment na Assembleia Legislativa












