
A pedra fundamental do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal do Tocantins (UFT) foi lançada em solenidade na manhã desta quinta-feira, 2, em Palmas. A unidade com aproximadamente 250 leitos, atendimento de média e alta complexidade e funcionamento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS) será construída na 301 Sul, na Avenida NS-01, em terreno cedido pela Prefeitura de Palmas. A solenidade contou com a presença da reitora da instituição, Maria Santana; do prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos), dos senadores Irajá Silvestre (PSD) e Dorinha Seabra Rezende (UB), dos deputados federais Ricardo Ayres (Republicanos) e Vicentinho Júnior (PSDB), além de secretários, vereadores e representantes do governo federal e entidades da medicina.
EDUCAÇÃO NÃO SE FAZ SOZINHA
Na cerimônia, Maria Santana ressaltou que a concretização do projeto é resultado da união entre diferentes instituições. “Este é um momento importante para a universidade, mas também para o Tocantins. Educação não se faz sozinha, e todos aqui tiveram uma participação nesta obra que começa hoje, com esta assinatura”, afirmou a reitora. A obra prevê um investimento de R$ 300 milhões. A bancada federal já destinou R$ 23 milhões para a obra, cerca de 7,67% do orçado.
PROJETO CONSOLIDA PALMAS COMO REFERÊNCIA
Ao destacar a importância das parcerias institucionais, Eduardo Siqueira Campos disse ver a obra como um legado para o futuro. “Amplia a capacidade de atendimento à população, fortalece a formação de novos profissionais e consolida Palmas como referência em ensino, pesquisa e saúde. […] Hoje, tenho a satisfação de contribuir, como prefeito, para que mais esse projeto histórico comece a sair do papel. Grandes transformações acontecem quando universidades, governos e instituições caminham juntos em favor da população”, declarou.

OBRA PRECISARÁ DO APOIO DO GOVERNO, MAS JÁ HÁ SINALIZAÇÃO
Presente na solenidade, Ricardo Ayres classificou a obra como uma prioridade do mandato. O deputado aproveitou para revelar que já há sinalização dos Ministério da Educação (MEC) e da Saúde (MS) para que o projeto passe a contar, a partir do ano que vem, com recursos do orçamento geral da União, e não apenas de emendas parlamentares. “Vamos incluir esse projeto no PAC. Podem ter certeza disso, porque o volume de recursos necessário é muito grande e escapa da possibilidade de concluirmos imediatamente, mesmo com o investimento que estamos fazendo com emenda de bancada”, esclareceu.













