Uma nova etapa do programa ‘Alimenta Araguaína‘ foi iniciada nesta segunda-feira, 29, com o objetivo de incentivar a agricultura familiar e garantir a doação de alimentos a entidades assistenciais. O modelo é semelhante ao Compra Direta, do governo federal, mas é custeado totalmente com recursos municipais. Nesta fase, o investimento previsto é de R$ 420 mil, valor que será destinado à compra de alimentos produzidos localmente.
AGRICULTORES CADASTRADOS
De setembro deste ano a abril de 2026, os 73 agricultores cadastrados fornecerão aproximadamente 59 toneladas de frutas, verduras, legumes, grãos, cereais, polpas de fruta, mel e folhagens, que serão distribuídos a 15 entidades assistenciais. Juntas, essas instituições atendem em média 1.787 pessoas.
PRODUÇÃO LOCAL E DISTRIBUIÇÃO SEMANAL
Todos os produtos são entregues na Central de Recebimento e Distribuição de Alimentos, localizada na Rua dos Jatobás, no Setor Cimba. As entregas dos agricultores acontecem geralmente das 6 às 10 horas das segundas-feiras, e as entidades podem retirar até as 14 horas do mesmo dia. O transporte e a entrega em condições adequadas para consumo são de responsabilidade dos próprios agricultores.
CADASTRO
A seleção dos produtores é feita a partir do Edital de Credenciamento nº 3297, de 23 de junho de 2025, que habilita entidades socioassistenciais a receber doações e define os critérios de participação.
ECONOMIA LOCAL
Para o prefeito Wagner Rodrigues (UB), o programa tem papel decisivo na cidade. “O Alimenta Araguaína garante comida de qualidade para quem precisa e oferece mercado certo para os nossos agricultores. Isso movimenta a economia local e traz segurança para as famílias que vivem do campo e para as instituições que dependem dessas doações”, afirmou.















