A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (Ficco) deflagrou nesta quinta-feira, 5, a Operação Serras Gerais III, com o objetivo de desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa interestadual. As ações concentraram-se em Goiânia e em Imperatriz (MA).
MOVIMENTAÇOES NO BRASIL E NO EXTERIOR
Esta é a terceira fase da Operação Serras Gerais e decorre da análise financeira do grupo que utilizava, para suas movimentações no Brasil e no exterior, uma fintech, sem autorização do Banco Central para operar.
LAVAGEM DE DINHEIRO ORIUNDO DO TRÁFICO
As investigações apontam um esquema de lavagem de dinheiro oriundo do narcotráfico, envolvendo a aquisição de bens de luxo e o uso de empresas de fachada para movimentações milionárias de origem suspeita.
ATUAÇÃO EM GOIÁS E MARANHÃO
Em Goiânia, foi identificada uma empresa utilizada para converter ativos financeiros do tráfico aéreo de drogas. A empresa era administrada por sócios ligados ao esquema, incluindo um indivíduo em regime de cumprimento de pena. Em Imperatriz, a ofensiva alcançou uma estrutura financeira que movimentou valores mediante contas vinculadas ao banco clandestino e a uma empresa de fachada.
MANDADOS
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Goiânia e de Imperatriz. A ação contou com apoio da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Tocantins, da DRACCO/PC/TO e da Polícia Civil de Goiás (PC/GO). Os suspeitos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de lavagem de dinheiro, de tráfico de drogas e de fraude fiscal.
FICCO
A FICCO/TO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal do Tocantins, as quais atuam sob coordenação da Polícia Federal para fortalecer a investigação, a prevenção e a repressão a organizações criminosas que ameaçam a ordem pública.
















