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Depois de Palmas e Gurupi, é a vez de Miracema se movimentar contra a BRK; outra CPI pode ser instalada

Depois de Palmas e Gurupi, é a vez de Miracema se movimentar contra a BRK; outra CPI pode ser instalada
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Depois de Palmas e Gurupi, a crise que envolve a BRK Ambiental chegou a Miracema do Tocantins. Seis dos onze vereadores da cidade — o presidente Edilson Tavares (MDB), Natan Fontes (MDB), Maria Bala (PSL), Dr. Ricardo (PSD), Núbio Gomes (PSD) e Nasci da Ótica (PSD) —assinam requerimento do dia 17 solicitando à Mesa Diretora a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar as obrigações, tarifas cobradas e demais serviços da BRK Ambiental.

Conforme o requerimento, a BRK não estaria cumprindo o cronograma de investimentos por meio de seu plano de ação. Os vereadores dão como exemplo a ampliação da rede de cobertura do Setor Universitário, construção da Estação de Tratamento de Esgoto e recuperação da malha asfáltica nos locais com grande carência de reparos.

“Faz-se necessário investigar os responsáveis pela prestação dos serviços mencionados, não podendo a Câmara de Vereadores se omitir em apurar essas irregularidades de forma célere e responsável”, escrevem os parlamentares que subscrevem o requerimento.

Segundo eles, foram feitas diversas reclamações sobre esses questionamentos por parte da comunidade e dos próprios vereadores, que “há tempos cobram soluções”.

O requerimento será votado pela Câmara na sessão de segunda-feira, 27, às 19 horas.

BRK em inferno astral
A concessionária vive uma fase de inferno astral. Em Palmas, os vereadores arquivaram o pedido de CPI, mas extinguiram dois aditivos ao contrato que, segundo dizem, garantiriam amparo para a BRK cobrar do munícipe por obras não relacionadas com o saneamento.

Em Gurupi, os parlamentares já aprovaram a instalação da CPI em primeiro turno, mas retiraram o requerimento para adequá-lo ao regimento antes da segunda votação, que pode ocorrer na semana que vem.

Parlamentares de Colinas estiveram com o vereador Milton Neris (PP), de Palmas, para pegar informações sobre o contrato da empresa.

E nessa quarta-feira, 22, o Tribunal de Justiça reconheceu a competência da Agência de Regulação de Palmas (ARP) para regular e fiscalizar a concessão de água e esgoto da Capital.


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