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Liderada por Dorinha, bancada feminina propõe ao TSE órgão para promover equidade de gênero na política

Liderada por Dorinha, bancada feminina propõe ao TSE órgão para promover equidade de gênero na política
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Líder da bancada feminina da Câmara dos Deputados, Dorinha Seabra Rezende (DEM) e suas colegas de Parlamento propuseram na terça-feira, 24, aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Tarcísio Vieira e Sérgio Banhos a criação de um órgão de caráter educativo na Corte para orientar partidos e candidatas no processo de aplicação e prestação de contas dos recursos destinados às mulheres.

Já haviam pedido

As deputadas já haviam pedido a criação desse órgão à presidente do TSE, Rosa Weber, à então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. 

Relação de poder ainda desigual

Dorinha avaliou que houve um avanço significativo do ponto de vista de legislação para ampliar a participação das mulheres no processo eleitoral e na ocupação dos cargos eletivos, mas defendeu que ainda é preciso da ajuda da Justiça porque a relação de poder dentro dos partidos continua muito desigual.

Recursos não beneficiam

Para a deputada do Tocantins, as mulheres estão sujeitas às regulamentações internas que, muitas vezes, são elaboradas usando as brechas legais que ainda existem e os recursos acabam não beneficiando as políticas da forma como deveriam.

Mínimo de caráter punitivo

A deputada Dorinha afirmou que a bancada trabalha pela redução da judicialização e pela melhoria dos resultados. “É um novo momento para a participação das mulheres no processo eleitoral, mas queremos num mínimo de casos possível as leis sejam cumpridas em caráter punitivo após as eleições, queremos é que as leis sejam rigorosamente cumpridas ao longo do processo eleitoral refletindo no objetivo para o qual foram criadas, aumentar o número de mulheres eleitas”, afirmou. 


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