CLEBER TOLEDO
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Presidente da ATM diz que casos gripais voltam a encher unidades de saúde e teme nova onda da Covid-19: “Prefeitos já ligaram o sinal de alerta”

O presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e prefeito de Talismã, Diogo Borges (DEM), revelou em conversa com a Coluna do CT nesta quinta-feira, 6, a preocupação com o aumento dos casos gripais em todo o Estado e fala até em um “sentimento de medo” de uma nova onda de Covid-19 com a chegada da variante Ômicron, mais transmissível.

Prefeituras sentem a superlotação

Diogo Borges diz que já é visível o aumento na busca por assistência médica. “A gente já pode perceber que esta forte onda da Influenza encheu as unidades de saúde. Até então, um vírus que mantinha-se sob controle e era tratado como uma simples gripe, de repente se torna esse terror todo. As prefeituras sentem a superlotação das unidades de saúde, os profissionais ficam mais pressionados”, afirma.

Estado deve observar situação com cautela

O presidente da ATM acrescenta ainda que há o temor de que boa parte desta procura também seja a Covid-19. “Com a vinda desta nova onda, que começa a se sentir da omicron, a gente fica com medo porque é a mistura de duas viroses que dificulta o médico fazer o diagnóstico de um ou outro, tem que aguardar os exames chegarem. Isto é algo preocupante”, diz o democrata, que cobra atenção do governo. “A gente pede ao Estado que observe com muita cautela esta situação, principalmente nas cidades pequenas. A gente está preocupado”, emenda.

Não queremos uma nova onda devastadora

Diogo Borges sugere que municípios estão reavaliando medidas e estendendo estado de calamidade. “O sinal de alerta está ligado, logo agora que tínhamos a programação do retorno às aulas para fevereiro vem mais esta onda. Precisamos repensar em todas as situações para que a gente não possa sofrer novamente. A gente pede à população que comece, novamente, a ter muito cuidado. A gente não pode, não deve, não queremos passar por uma nova onda devastadora da Covid-19. É preocupante”, conclui.


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