CLEBER TOLEDO
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JOSÉ CÂNDIDO PÓVOA / Da responsabilidade sobre opiniões escritas ou faladas

A propósito de tantas postagens com manifestações e opiniões em redes sociais, imprensa falada, escrita e televisada. Pelas polêmicas que conduzem ao desencontro de informações, tenho a convicção de que aumenta em cada pessoa de bom senso a preocupação com a responsabilidade com a qual se deve conduzir todos aqueles que trabalham com esses meios, em especial neste momento tão delicado por que passa o nosso País. Uns pregando controvérsias no campo político, outros no campo religioso e social e assim por diante.

Todos  que escrevem, falam ou emitem opiniões, seja sobre qual tema for, são formadores de opinião, mas deve ater-se ao cuidado de saber o porquê, para que e para quem se escreve ou se expressa e onde poderão chegar as palavras, que depois de faladas ou escritas, não têm retorno.

Diante desses fatos e por mera observação, sem objetivo de polemizar, transcrevo aqui algumas palavras a nós trazidas pelo incomparável médium Chico Xavier, nas quais tomo a liberdade de acrescentar pequenos trechos:

Diz ele: Nos caminhos da vida, cada companheiro portador de expressão intelectual um pouco mais alta, converte-se, naturalmente, em voz imperiosa aos nossos ouvidos. E cada pessoa que segue à frente de nós, abre portas ao nosso espírito.

Os inconformados abrem estradas à rebelião e à indisciplina.

Os velhacos oferecem passagem para o cativeiro em que exerçam dominação.

Os escritores de futilidades fornecem passaporte para a província do tempo perdido.

Os maledicentes encaminham quem os ouve a fontes envenenadas.

Os viciosos quebram as barreiras benéficas do respeito fraternal, desvendando despenhadeiros onde o perigo é incessante.

Os preguiçosos conduzem à guerra contra o trabalho construtivo.

Os perversos escancaram os princípios do crime.

Ainda que não percebas, várias pessoas te abrem portas, cada dia, através da palavra falada ou escrita, da ação ou do exemplo.

Examina onde entras com o sagrado depósito da confiança. Muita vez, perderás longo tempo para retornar o caminho que te é próprio.

 Não nos esqueçamos que o Divino Mestre nos ensinou o caminho para a porta da libertação verdadeira.

 Através de muitas estações no campo da humanidade, é provável recebamos proveitosas experiências, amealhando-as à custa de desenganos terríveis, mas só nas lições do inigualável Mestre, no clima de aplicação dos seus princípios, é possível encontrar a passagem abençoada de definitiva compreensão de que somos meros passageiros embarcados no veículo chamado vida terrena e que cada um de nós, mesmo sem saber o exato momento, já temos  o dia do desembarque definitivo.

 Situações para serem pensadas e repensadas.

 “Quem tem ouvidos que ouça, quem tem olhos que veja!”

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JOSÉ CÂNDIDO PÓVOA
É poeta, escritor e advogado. Membro fundador e titular da cadeira nº 12 da Academia de Letras de Dianópolis (GO/TO), sua terra natal.
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