A 2ª Vara Cível de Palmas manteve em duas decisões a suspensão do processo eleitoral da Associação dos Militares da Reserva, Reformados, da Ativa e seus Pensionistas (Asmir). Na determinação mais recente – após pedido de reconsideração da atual diretoria -, a juíza Ana Paula Araújo Aires Toribio reforçou o entendimento de que a assembleia extraordinária para deliberar sobre associados aptos a votar descumpriu regras estatutárias devido a ausência de convocações sucessivas e indícios de cerceamento do direito de voz. “Realizar o pleito eleitoral sob regras originadas de uma assembleia possivelmente nula consolidaria um dano irreversível à democracia interna da Asmir”, argumenta a magistrada.
DIRETORIA ESPERA REVERTER DECISÃO PARA REMARCAR PLEITO
Em vídeo, o atual presidente da Asmir e candidato à reeleição, Adão Sousa Lima, lamentou a decisão. “Um membro de uma das chapas concorrentes recorreu à Justiça e o nosso pleito foi suspenso. Acabamos de receber a citação do oficial. O nosso corpo jurídico está trabalhando no sentido de reverter esta situação e, tão logo seja resolvida, será remarcada a realização do pleito onde todos terão direito de escolher seus representantes”, afirma.
DISPUTA
Além da candidatura à reeleição de Adão Sousa Lima, estão na disputa pela presidência a major Reginalda Putton, e o coronel Rocha.
Assista a manifestação do presidente da Asmir:
















