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Após Bolsonaro desautorizar CoronaVac, Kátia Abreu diz que compra das vacinas “não pode ser politizada”

A senadora Kátia Abreu (Progressistas) decidiu emitir uma nota nesta quinta-feira, 22, para comentar o anúncio repentino do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), de que não serão adquiridas as vacinas de imunização contra a Covid-19 produzidas pelo Instituto Butantan em parceria com empresa chinesa Sinovac Live Science, isto um dia depois do Ministério da Saúde (MS) anunciar a compra de 42 milhões de doses. “Esse tema não pode ser politizado. Ninguém pode se aproveitar desta situação tão séria em benefício individual. Ministério da Saúde e Institutos Butantan e Fiocruz serão fundamentais”, defendeu a tocantinense.

Brasil vai precisar de 400 milhões de doses

Na nota, a tocantinense faz um esclarecimento técnico e destaca que não existe a compra “da vacina”, mas da tecnologia para produzir as doses, o que ficará a cargo do Instituto Butantan, que destaca ser a responsável pela imunização da gripe no País “por quase 30 anos”. “A Anvisa que deve dizer se poderemos usar a vacina. O Brasil necessitará de mais de 400 milhões de doses. Cada pessoa tem que tomar 2 doses em 20 dias. O Butantan tem capacidade de produzir 76 milhões de doses e a Fiocruz mais 40 milhões de doses. Então necessitaremos da união de forças com iniciativa privada para produzir 400 milhões de doses”, explicou.


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