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Freire Jr e sócio são alvo de investigação da PC sobre possível estelionato; deputado nega

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Freire Jr e sócio são alvo de investigação da PC sobre possível estelionato; deputado nega
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A Polícia Civil investiga o deputado federal Freire Júnior (MDB) e Douglas Alberto Brasileiro, sócios da empresa Portal da Serra Empreendimentos Imobiliários,  pela possível prática de crime de estelionato pela venda de propriedade alheia. O inquérito tramita na 1ª Vara Criminal de Palmas, sob a responsabilidade do juiz Gil de Araújo Corrêa.

De acordo com o relatório circunstanciado do delegado Cassiano Ribeiro Oyama, a Portal da Serra teria firmado contrato de venda de uma área na Capital que, na realidade, pertenceria a três sócios, cada um com 33% do terreno. Tal informação foi constatada em certidão de matrícula.

Além disso, a PC anota que no período em que os potenciais compradores pagavam as parcelas do contrato de compra e venda firmado com a Portal da Serra, o mesmo terreno teria sido alienado, sem frações, a outra empresa, a NB3 Participações E Bioenergia.

A PC estabelece que os investigados devem ser submetidos à interrogatório. No caso de Freire Júnior, que exerce mandato de deputado federal, o delegado Cassiano Oyama determinou envio de ofício para que seja ajustada data e hora para o interrogatório, devendo acontecer entre os dias 3 e 14 de dezembro.

O deputado federal disse ao CT que ainda não foi notificado e que ficou sabendo poucos detalhes por meio da imprensa. Freire Júnior nega a prática de qualquer delito. “Vamos provar na Justiça que não há esta conduta”, afirmou. O emedebista conta ainda que a venda do lote foi realizada pelo agora ex-sócio Douglas Alberto a amigos dele e sem o seu conhecimento.

Freire Júnior afirma ainda que Douglas Alberto saiu em seguida da empresa e que os compradores da área pararam de pagar pelo terreno, o que lhe forçou a parar o empreendimento, destinado a ser um condomínio fechado. O deputado diz que desde então a obra está parada porque ainda não há autorização da prefeitura para o mesmo. “Não tem estelionato”, reforçou.


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