Por meio das redes sociais, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) anunciou que um grupo de mulheres ocuparam nesta segunda-feira, 9, a Fazenda Santo Hilário, em Araguatins. A área pública de 2.462 hectares teve a matrícula de posse cancelada e passou a ser posse da União Federal em 2020 para fins de reforma agrária. Entretanto, o MST denuncia que o fazendeiro segue de forma irregular no local. “Um escancarado caso de grilagem”, afirmam. Além disso, é denunciado que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) descumpriu o prazo de vistoria da área, estabelecido em setembro de 2025. “Exigimos o imediato cumprimento das decisões judiciais para que a violência não se perpetue na região Amazônica, reivindicamos o que é nosso e denunciamos o conjunto das violências que atravessam a nossa existência, nossos corpos e territórios”, escrevem.
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