CLEBER TOLEDO
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Por regularização de pagamento, prestadores de serviço do Plansaúde protestam contra governo

Os prestadores de serviço do Plano de Assistência à Saúde do Servidor (Plansaúde) realizam manifestação na manhã desta segunda-feira, 16, para cobrar a regularização do pagamento. Uma das representantes da manifestação capitaneada pelo Oswaldo Cruz, Swellen Yano contou à Coluna do CT que há hospitais com até oito competências receber, o que equivale até dez meses de atraso. O protesto acontece na Praça dos Girassóis, em frente ao Palácio Araguaia, sede do Executivo.

Sem programação de pagamento

Swellen Yano conta que a manifestação ocorre após o governo descumprir promessa de que em agosto apresentaria uma programação de pagamento para quitar as dívidas com os hospitais, o que não aconteceu. “A  dívida não só persiste, como tem aumentado”, conta sobre o débito de R$ 95 milhões que o Estado tem com os prestadores de serviço. Só ao Oswaldo Cruz é devido R$ 13 milhões. Os estabelecimentos já estão com dificuldades de adquirir insumos para realizar os atendimentos aos usuários.

Glosas

Outro ponto crítico são as glosas – supressão dos valores dos serviços prestados. Segundo Swellen Yano, quando o pagamento acontece o governo estadual paga bem menos do que efetivamente foi gasto nos procedimentos. O Estado ainda não estaria dando resposta aos recursos apresentados pelos hospitais questionando o critério das glosas.

Sem equidade

Os prestadores de serviços também relatam a falta de equidade no tratamento do governo do Estado, visto que alguns hospitais recebem em dia enquanto outros acumulam faturas de meses. A questão vai ser alvo de ação judicial do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado do Tocantins (Sindessto). Conforme Swellen Yano, a entidade quer fazer com que Judiciário obrigue o Executivo a mostrar documentos que comprovem a ordem cronológica dos pagamentos. Se comprovado o tratamento desigual, o Ministério Público (MPE) será provocado.

Não será a última

Swellen Yano conta ainda que o protesto desta segunda-feira, 16, não será o último. Os prestadores de serviço projetam mais manifestações para cobrar o governo do Estado.


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