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Prefeitura de Porto Nacional celebra os 282 anos de história e 159 anos de emancipação política da cidade

Do passado ao presente, do pontal ao nacional, de arraial a município, do antigo ao moderno. O tempo passou e já são 282 anos de história e 159 anos de emancipação política de Porto Nacional, conhecida com a “Capital da Cultura” do Tocantins. O dia 13 julho é felizmente lembrado pela comunidade portuense e por quem já passou por aqui. Sonhos, planos, idéias e realizações foram projetados nessa cidade secular. Um dos centros históricos e culturais do Estado teve origem no final do ciclo do ouro, como ponto de articulação dos garimpos de Natividade, Monte do Carmo e Bom Jesus do Pontal. Foi fundada às margens do Rio Tocantins, em 1805.

E para celebrar uma data importante como essa, a Prefeitura iniciou as comemorações de forma online, através da plataforma digital http://verao.portonacional.to.gov.br/ , onde foi os Hinos Nacional e Municipal e também o ‘Parabéns Pra Você’ foram entoados pela pujante banda de música Mestre Adelino, da Guarda Municipal.

Banda Mestre Adelino (Fotos: Dornil Sobrinho)

O aniversário faz parte da programação da 39ª Semana da Cultura de Porto Nacional e da 3ª Flip – Feira Literária Portuense (Flip), que estão sendo transmitidas virtualmente até o dia 14 de julho.

No Espaço Carlos Drummond de Andrade, no Palco Antista do Acordeon, o pastor Paulo Muniz, presidente do Conselho de Pastores de Porto Nacional (Conpas) e o padre Jussimar, reverendo da Catedral Nossa Senhora das Mercês fizeram um momento devocional. Em seguida, a Comenda Mestre Adelino – maior Título Honorífico concedido pelo Município a personalidades artísticas portuenses – foi entregue a Márcio Bello (fundador do grupo Tambores do Tocantins), Cícero Belém (ator, diretor teatral, produtor cultural e professor) e aos músicos sanfoneiros Antista do Acordeon e Manoel Bonfim.

Pastor Paulo Muniz (Fotos: Dornil Sobrinho)
Padre Jussimar (Fotos: Dornil Sobrinho

A Prefeitura de Porto Nacional também entregou três grandes obras à comunidade. São elas: Parque Guariba, Praça Nova Capital e a saudosa Biblioteca Municipal Eli Brasiliense.

Com uma área total de 10.883 m² e 3.550 m² de área construída, o Parque Guariba recebeu investimentos na ordem de R$ 751.964,73, recurso proveniente do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), através de emenda parlamentar federal, da deputada professora Dorinha. O local tem uma pista de caminhada com 550 metros, bancos, playground, lixeiras, 80 pontos de iluminação de led, espaço para academia ao ar livre e quiosques, pintura total, estacionamento calçado, meio fio, dois acessos ao lago, paisagismo e drenagem pluvial. A arborização original do lugar foi mantida. O novo Parque fica na Avenida Contorno, no setor Vila Nova, às margens do lago.

Parque Guariba (Fotos: Dornil Sobrinho)

Parque Guariba (Fotos: Dornil Sobrinho)

A Praça Nova Capital foi outro grande feito da atual gestão municipal, já que o terreno estava abandonado. Em uma área de 15.564 m², a Prefeitura fez todo o calçamento interno, estacionamento, paisagismo com o plantio de árvores nativas do cerrado, colocou lixeiras duplas, bancos, playground, academia ao ar livre e quadra poliesportiva coberta. O local ainda receberá quiosques. Vinte e seis pontos de led iluminam o ambiente totalmente familiar.

Do Ministério do Turismo, por meio de emenda do senador Eduardo Gomes, o recurso é da ordem de R$ 846.793,93. As secretarias municipais do Esporte e lazer e da Infraestrutura foram parceiras nesse projeto.

Praça Nova Capital (Fotos: Dornil Sobrinho)
Praça Nova Capital (Fotos: Dornil Sobrinho)

A Biblioteca Municipal Eli Brasilense, que leva o nome de um escritor goiano nascido em Porto Nacional, estava abandonada há seis anos. A Prefeitura Municipal então devolve à comunidade portuense um local valioso que representa a cultura, história e ajuda a construir a identidade da cidade. Foi criada pela Lei Municipal nº 866 de 12 de março de 1980.

Preservando a aquitetura original do prédio, numa área de 437,84 m², o local recebeu estrutura metálica para cobertura, regularização e revestimento cerâmico no piso, instalação de esquadrias em madeira e alumínio, divisórias em marmorite nos banheiros, pintura externa e interna, forro em PVC, novas instalações da parte elétrica, hidráulica e sanitária, rampa de acesso frontal (permitindo a acessibilidade), monumento na fachada frontal, instalações de prevenção a incêndios e floreiras.

Anexa ao prédio da Biblioteca está uma praça com estacionamento, também revitalizada. Com área de 743,47 m² teve o terreno regularizado, ganhou calçada (passeio) em concreto, piso intertravado (blocos), paisagismo e bancos de madeira plástica.

A Biblioteca Municipal Eli Brasiliense está localizada na Avenida Bartolomeu Bueno, no Centro da cidade.

Acervo

De forma robusta e com uma equipe especializada em restauração de livros, pelo Senai de São Paulo, o acervo, composto por mais de 70 mil livros, foi todo higienizado e restaurado. Um processo valioso e inédito que durou oito meses. 

Biblioteca Municipal Eli Brasiliense (Fotos: Dornil Sobrinho)
 

(Da assessoria de imprensa)


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