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No protesto contra Manual da PC, Amastha sobe em trio e discursa

No protesto contra Manual da PC, Amastha sobe em trio e discursa
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O ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) e adversário direto do governador Mauro Carlesse (PHS) subiu no carro de som e discursou durante o protesto dos delegados e policiais civis contra o Manual de Procedimentos da Polícia Judiciária, criada pelo governo do Estado no início do mês. Para o Palácio Araguaia, a presença de um adversário do governo “provaria” o caráter político-partidário do evento. “Esse não é o caminho, deveria ser diferente”, afirmou um alta fonte palaciana.

No entanto, o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado (Sindepol), Mozart Félix, explicou ter sido aberta a oportunidade para todos os presentes falarem. “Porque justamente estávamos numa manifestação a favor da liberdade de expressão. Convidamos também qualquer parlamentar que tivesse vontade, que saísse de dentro da Assembleia e se juntasse a nós. Então, o convite foi amplo a toda a sociedade civil, a todos os cidadãos e qualquer pessoa que quisesse se manifestar teria liberdade de fazer uso da palavra, justamente porque estávamos num evento que clama por liberdade de expressão”, afirmou Félix.

Para ele, se o objetivo era liberdade de expressão, direito à opinião, que seja possível aos servidores da Polícia Civil se manifestarem abertamente, então, “seria impossível fazer isso cassando a possibilidade de fala de quem quer que fosse”. “O microfone estava aberto para qualquer pessoa que quisesse, inclusive, representante do governo, parlamentar, a líder do governo [Valderez Castelo Branco, PP] que estava na Assembleia; quem quisesse poderia fazer o uso da palavra”, ressaltou o presidente do Sindepol.

Conforme a assessoria de imprensa do sindicato, o ex prefeito Amastha chegou já no meio da manifestação.

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Aluguéis de delegacias
Em outro vídeo que circula pelas redes sociais, Amastha voltou a insistir em sua disposição de pagar os aluguéis atrasados para evitar o despejo de delegacias. Ainda reafirmou que a dívida da campanha eleitoral do ano passado, de R$ 621 mil, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não é dele, mas de seu partido, o PSB. Além disso, garantiu que grande parte dela já foi paga.

Assista trecho do discurso de Amastha e a conversa sobre os alugueis das delegacias:


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