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Acipa pede flexibilização das restrições de medidas para empresas que não geram aglomeração

Acipa pede flexibilização das restrições de medidas para empresas que não geram aglomeração
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A Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa) solicitou à prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) a flexibilização das medidas de contingência para permitir o funcionamento de empresas a partir da segunda-feira, 30, apesar do estado de calamidade pública e situação de emergência decretados no município devido ao Covid-19, pandemia de coronavírus que tem sete casos confirmados na Capital.

Angústia

O ofício enviado nesta quinta-feira, 26, vem dois dias depois do pronunciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), para defender a “volta à normalidade”. No documento, a Acipa diz entender a necessidade das ações de mitigação, mas pondera que as mesmas tem causado “grande angústia” nos empresários, que “receiam uma grave crise econômica”. A entidade afirma que as restrições já tem causado demissões. “E este quadro só tende a se agravar”, reforça.

Sem condições de sobrevivência

A Acipa também cita uma pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) em que 56% das empresas consultadas disseram não ter condições financeiras de arcar com o salário dos funcionários devido às restrições determinadas pela prefeitura.

Flexibilização parcial

O pedido de flexibilização da Acipa é para permitir o funcionamento de empresas cujas atividades não geram aglomeração, citando lojas agropecuárias e de materiais de construção, distribuidoras de água mineral e bebidas, padarias, borracharias oficinas, caixas eletrônicos, entre outros. Apesar do pedido, a associação reforça a necessidade das mesmas manterem as precauções contra o coronavírus com o rodízio de funcionários, disponibilização de álcool em gel e liberação das pessoas que fazem parte do grupo de risco.

Sobrevivência das empresas

Por fim, a Acipa reforça a importância das medidas de precaução, mas de forma que não impacte o empresariado. “É preciso o necessário equilíbrio e bom senso neste momento onde todos nós temos o compromisso de seguir rigorosamente as recomendações dos órgãos de saúde, mas sem perder de vista a sobrevivência das empresas e dos pais e mães de famílias que precisam do trabalho”, encerra.

 


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