O deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos) esteve nesta quarta-feira, 15, reunido com o vice-presidente da HU Brasil, Daniel Beltrammi, para avançar nas tratativas de inclusão do Hospital Universitário da Universidade Federal do Tocantins (UFT) no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A expectativa é de que a ordem de serviço saia ainda neste semestre. A reitora da UFT, Maria Santana, e o vice, Marcelo Leineker, também estiveram presentes na agenda.
FINANCIAMENTO PELO MEC E MS
A reunião girou em torno de um ponto central: garantir que o hospital nasça completo. A proposta defendida por Ayres é que o projeto seja financiado de forma integrada entre o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde, assegurando não só a construção, mas também as condições para que a unidade funcione com ensino, pesquisa e atendimento à população.
LICITAÇÃO CONCLUÍDA EM FEVEREIRO
Em fevereiro, a licitação foi concluída com a vitória do Consórcio Saúde Palmas, liderado pela empresa A. Gaspar S.A., de Natal (RN), com proposta de R$ 238,17 milhões. Antes disso, Ayres havia destinado R$ 5 milhões, em 2023, para a elaboração do próprio projeto arquitetônico da unidade. “Os últimos preparativos estão acontecendo e, juntamente com a senadora Dorinha, conseguiremos os recursos necessários para que a ordem de serviço dessa obra aconteça ainda este ano, com expectativa já para este semestre”, disse o deputado após a reunião.
UFT PRECISA DO HOSPITAL
Para Ayres, o hospital vai além da estrutura física. “Além de formar os nossos jovens estudantes das universidades, vai ser uma porta aberta para quem precisa do SUS, garantindo saúde e qualidade para todos os tocantinenses”, completou. A reitora Maria Santana não escondeu a determinação da universidade. “Enquanto esse hospital não estiver construído, nós não vamos parar de lutar. A UFT precisa desse hospital funcionando, tanto para a formação dos nossos estudantes quanto para atender a comunidade. Esse também é o compromisso do deputado Ricardo Ayres e da senadora Dorinha”, afirmou.
ESTRUTURA
Quando estiver pronto, o hospital ocupará uma área construída de 26.700 metros quadrados na região Sul da Capital, distribuídos em duas torres de cinco pavimentos. Serão 250 leitos, com 30 de UTI adulto e 10 de UTI pediátrica, além de atendimento voltado à saúde indígena e estrutura completa de diagnóstico e terapêutica. O rol de especialidades é extenso: cardiologia, neurologia, ortopedia, pediatria, ginecologia, nefrologia, oftalmologia, pneumologia, urologia e mais de uma dezena de outras áreas.















